IOLANDA, artista nascida na Figueira da Foz e criada em Pombal, lançou esta quinta-feira, 8 de outubro, o primeiro álbum da carreira, Quebranto, já disponível nas plataformas digitais.
O disco reúne 13 faixas, entre as quais os singles Olha P’ra Ela, Responso e Noite Inteira, e parte precisamente das memórias, raízes e tradições que acompanharam a cantora desde a infância.
A ligação de IOLANDA à região remonta aos primeiros anos da sua formação musical. Foi em Pombal que começou a estudar música, antes de prosseguir o percurso no Conservatório de Coimbra e, mais tarde, em Lisboa e Londres.
A própria ideia de quebranto surge associada às crenças e práticas populares que fizeram parte do ambiente em que cresceu e funciona como ponto de partida para um álbum sobre medos, desgostos, decisões e transformações pessoais.
Musicalmente, Quebranto cruza elementos da música tradicional portuguesa, do fado e da pop, juntando instrumentos como viola braguesa, cavaquinho, acordeão e cordas a sintetizadores e programações.
O álbum abre com a voz da avó de IOLANDA e inclui vários outros elementos ligados à tradição portuguesa. Em Dei-te a Minha Mão é utilizado um sample das Cantadeiras de Terras de Arões, enquanto Maldição aproxima a cantora do Fado Cravo.
A direção e produção musical ficaram a cargo de Luar, com coprodução de IOLANDA e mistura e masterização de Charlie Beats. Na escrita participaram ainda nomes como Carolina Deslandes, Agir, LEFT., Milhanas, Extrazen e xtinto.
Dias antes da edição do álbum, IOLANDA passou pelo Entroncamento, onde atuou a 3 de outubro no Festival Vapor, no Museu Nacional Ferroviário.
A apresentação oficial de Quebranto está marcada para 7 de dezembro, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Será a estreia da artista em nome próprio na sala, num concerto com palco em formato 360º, rodeado pelo público.


